Vista por entre as árvores nativas da ponte dos Macuxi, sobre o rio Branco (Foto: Jessé Souza) Em chamas A revista "National Geographic" publicou em cerca de 20 páginas a respeito do desmatamento da Amazônia. O texto, por si só, já é uma alerta: "No tempo que você levará para ler este texto, uma área verde igual a 150 campos de futebol terá sumido. A força do mercado globalizado tem invadido a Amazônia, o que acelera a destruição".
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Parte do painel de Amazoner Okaba, sobre beja-flor e gafanhotos: crítica política e social (Foto: Jessé Souza) Aos parentes Na próxima segunda-feira, às 20 horas, a Universidade Federal de Roraima (UFRR) inaugura o painel do artista plástico Amazoner Okaba, do Grupo Kanaimé, intitulado “Roraima, Amazônia Exuberante”. A obra está fixada no Bloco I da UFRR. A informação é de primeira mão e, apesar de não falar pela UFRR, todos os parentes e os que apreciam a arte roraimense sintam-se convidados.
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Megaron presidente Deu na revista Isto É , de 10/01/07, na página 47 . Em setembro, o cacique Megaron foi à região onde caiu o avião da Gol, na Serra do Cachimbo. Ele tem influência, como chefe indígena, sobre 8,5 milhões de hectares, área que corta três Estados e compreende o Parque do Indígena do Xingu e toda a região onde caiu a aeronave. O cacique ajudou a resgatar os corpos dos passageiros. Algumas semanas depois Megaron voltou à cena do acidente e realizou uma cerimônia em homenagem aos mortos. A odisséia de Megaron tem impressionado muita gente. O antropólogo José Borges Gonçalves Filho, que acompanha o trabalho dos Kayapó, faz uma pergunta: "Se um torneiro mecânico é reeleito presidente da República, por que um índio não pode ser presidente da Funai?" Está lançada a candidatura do grande cacique. (fonte: Instituto Socioambiental, ISA - www.socioambiental.org )
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Monte Roraima em um ângulo especial para o leitor deste blog Foto: Expedição ao Monte Roraima Questão de língua Aviso logo: o blog Pajuaru não tem nenhum compromisso com o Português brasileiro ou qualquer outro Português, muito menos o de Portugal. Aqui o respeito é à língua indígena. Ou melhor, às línguas indígenas, que não podem estar grafadas erradas. Então, nem adianta postar mensagens querendo corrigir ortografia, gramática ou qualquer concordância. Critique conteúdo, abordagem do assunto, a importância ou não dos textos ou qualquer outra coisa assim. Vão procurar mais o que fazer (só não façam como a Cicarelli, que foi fazer na praia com o namorado aos olhos de um paparazzi). Os índios só sofrem para falar o difícil e elitista Português gramatical por imposição da Constituição Federal, que obriga quem nasce no Brasil a falar tal idioma. Aqui nóis qué é iscrever e falar tudo errado mermo... Ainda bem que muitos estão furando esse bloqueio, como as universidades genuinamente roraim...
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Efeito Cicarelli Por falar em Cicarelli, a moça praiana é cercada de mais uma polêmica. Os seus advogados conseguiram fazer com que um juiz de São Paulo (!?) bloqueasse o acesso ao YouTube, num procedente mundial perigoso para quem achava que internet era território livre de censura. Um dos depoimentos mais contundente contra a decisão foi feito na semana passada. O advogado Gilberto Martins, especializado em direito na internet, afirmou ao site Comunique-se que o bloqueio para sites brasileiros seria inadequado. “É como se uma editora de livros fosse obrigada a fechar as portas caso publique um livro considerado problemático, comprometendo as vendas de outros livros, o que não é razoável”, disse. Veja matéria completa no link: http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D33542%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D702727081%26fnt%3Dfntnl
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Bela vista: Rio Branco com a ponte dos Macuxi e a Serra Grande ao fundo Foto: Jessé Souza Segredo dos essênios Os que defendem o desenvolvimento a qualquer custo, sem observar e respeitar a natureza, estão cavando seu próprio túmulo. As populações indígenas, um dia, em algum lugar do futuro, serão reconhecidas como a cultura que mais perto esteve da perfeição. Nossos ancestrais já sabiam disso. Os essênios foram os primeiros da Humanidade a perceber isso: “Um trecho dos Manuscritos do mar Morto narra o motivo pelo qual os antigos essênios se afastaram das áreas urbanas de sua época, formando suas próprias comunidades no deserto: ‘Os filhos da luz sempre viveram onde os anjos da Mãe Terra se regozijam: perto dos rios, perto de árvores, perto de flores, perto da música dos pássaros, onde o sol e a chuva abraçam o corpo, que é o templo do Espírito’”. (fragmentos do livro Efeito Isaías – Decodificando a Ciência Perdida da Prece e da Profecia, de Gregg Braden).