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Até agora, apenas promessas para a Serra do Tepequém

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Platô da Serra do Tepequém é o símbolo do turismo: abandono por parte dos governos (Foto: Jessé Souza) O feriado de 7 de Setembro deste ano foi definitivo para mostrar a força da Serra do Tepequém como o principal ponto turístico de Roraima e o único realmente consolidado não pelas ações do poder público, mas pelo esforço da comunidade local e dos empreendedores da iniciativa privada que decidiram investir lá, apesar de todos os fortes obstáculos. Infelizmente, o ponto negativo deste surpreendente episódio é que a chegada em massa de milhares de pessoas a Tepequém foi em meio a uma pandemia, sem que as pessoas se precavessem e com as autoridades desprevenidas, como sempre, além de uma invasão que era impossível de ser prevista e contida, devido às atuais condições, sem as estruturas mínimas adequadas para organizar o fluxo de pessoas e a exploração do turismo. Até aqui, restam só promessas. A principal autoridade que poderia ser interessada em estruturar aquela região, localizada no Mu...

Após três décadas de Estado, só alguns têm muito a comemorar

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   Futuro do Estado de Roraima é incerto e não sabido; apenas alguns ficaram ricos (Foto: Divulgação) Depois da festa governamental, a realidade de Roraima nos seus 32 anos na condição de Estado. O fato é que não avançamos em praticamente nada nas principais questões, ficando à mercê das transferências de recursos federais, exatamente quando ainda éramos Território Federal desde a década de 1940, com o pires na mão esperando as migalhas caírem do banquete em Brasília. Por consequência, a economia do Estado seguiu dependente da folha de pagamento do governo e demais poderes constituídos, da mesma forma como éramos há três décadas, quando ainda não tínhamos autonomia administrativa. Dependente dessa economia do contracheque, o comércio foi o único setor que tem avançado, bem ou mal, gerando emprego e renda. O Governo do Estado também segue na mesmice de outrora, sem um plano ou um projeto que vislumbre ao povo roraimense a sair dessa mesmice, sem qualquer política para fomentar ...

Candidato de Teresa do Jucá quanto mais se explica mais se complica

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Arthur Henrique e a prefeita Teresa Surita: um candidato para ser chamado de seu (Foto: Divulgação) O vice-prefeito Arthur Henrique (PSD), candidato da prefeita Teresa Surita e do seu mentor e mestre, o ex-senador Romero Jucá (ambos do MDB), parece um bom moço, se esforçando para tentar se parecer um político. Mas sua explicação, nas redes sociais, a respeito de sua declaração de bens entregue ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE),  revelou quem ele é realmente e qual sua missão sendo o garoto do grupo de Jucá. Conforme ele mesmo se explicou, para justificar não ter nenhum bem em seu nome, Arthur é mesmo aquele rapaz que nunca perdeu a cara de bobão, que, mesmo casando, nunca saiu da casa dos pais, típico de brasileiro acomodado que se torna um garotão e não quer sair de sua zona de conforto, aproveitando o máximo a renda dos pais aposentados. Foi isso mesmo que o candidato de Jucá alegou em suas explicações: que mora na casa dos pais, que o carro da família está no nome da digníssi...

O endinheirado que investe em advogado e o coitadinho das eleições 2020

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Deputado federal Nicoletti e o vice-prefeito Arthur Henrique: o endinheirado e o pobrezinho (Fotos: Divulgação)  Esta coluna achava que já havia enterrado definitivamente o assunto sobre o candidato a prefeito Antonio Carlos Nicoletti, que está deputado federal pelo PSL. Afinal, ele se nivelou aos demais atores da velha política e não tem mais nada de novo para ser referência ou diferencial nestas eleições municipais de 2020. Mas não. O assunto voltou. Nicoletti novamente recorreu à Justiça Eleitoral para mais uma vez censurar o que é comentado aqui, neste espaço. E, pela segunda vez, o candidato perdeu. Além de seu apreço por agir pelas vias não democráticas, porque ele pode pedir direito de resposta, como determina as leis vigentes, os fatos indicam que o deputado candidato tem muito dinheiro para gastar com advogado. O candidato tem recorrido ostensivamente às ações judiciais para silenciar jornalistas e até internauta que compartilhe comentários que os desagradam nas redes soci...

Grupos que estão com a máquina só enxergam 2022 e têm o povo como um detalhe

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Prefeita Teresa Surita e o governador Antonio Denarium protagonizaram uma guerra política em cima do coronavírus (Foto: Divulgação)   Administrar o Estado não é o mesmo que criar gado e soja, ou comandar uma empresa de factoring, como o governador Antonio Denarium (sem partido) classificou as transações dele com dinheiro antes de entrar para a política, ao se defender de acusações durante a campanha eleitoral. Mas a então governadora Suely Campos, durante debate eleitoral na TV, chamou explicitamente a atividade dele de agiotagem. Ao assumir o Estado, Denarium mostrava-se visivelmente atordoado, sem saber o que fazer, restando a ele recorrer aos aliados do também recém-eleito presidente Jair Bolsonaro (sem partido), especialmente os militares, o que garantiu a governabilidade do governo estadual ao conter setores estratégicos que antes estavam entregues aos antigos esquemas e velhas práticas da politicalha. Mas então chegou  o coronavírus, que virou a realidade de ponta-cabeça...

O sinal verde para a grande patifaria na política já foi ligado

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  É o povo que banca a campanha eleitoral por meio de um fundo eleitoral de mais de R$ 2 bilhões (Foto: Divulgação) A campanha eleitoral acaba servindo como um sinal verde para as antigas patifarias na política, as quais conhecemos muito bem, mas fazemos o favor de esquecê-las. Em Boa Vista, uma das práticas velhacas foi inaugurada bem cedo: a uso da Justiça com a finalidade de provocar uma autocensura em quem critica ou faz denúncias. Esse uso do instrumento judicial acaba por sufocar a Justiça Eleitoral, que por sua essência é lenta pelos motivos que já conhecemos. Significa mais recursos públicos para mediar a indústria dos processos judiciais alimentadas pela política partidária, indústria essa que enche os bolsos de alguns advogados. Já foi bem pior essa prática em Roraima, quando cada grupo político tentava sufocar seus adversários e críticos na base de ações judiciais por qualquer motivo, a menor crítica, o que demandava uma perturbação para quem precisa se defender, a ponto...

Governador Denarium não quer mais ninguém ligado a Bolsonaro do lado dele

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Governador Antonio Denarium deu início a uma verdadeira guilhotina nos aliados do presidente Jair Bolsonaro (Foto: Marcos Corrêa)    Está havendo uma verdadeira degola dos militares do Exército que ocupam cargos no Governo de Roraima, o que indica que o governador Antonio Denarium (sem partido) não quer mais a companhia de ninguém ligado ao presidente Jair Bolsonorado (sem partido), apesar dele ter atingido o pico de sua popularidade devido ao pagamento do benefício social durante a pandemia. A guilhotina já passou pela cabeça do secretário estadual da Fazenda, coronel Marcos Antônio Alves, que foi substituído por Marcos Jorge, que desistiu de ser candidato a vice-prefeito para poder ser nomeado na Sefaz. A partir daí mais cabeças estão sendo cogitadas para rolar nos próximos dias, todos com ligação a Bolsonaro. Está na lista da guilhotina o secretário estadual de Segurança Pública, o coronel Olivan Pereira de Melo Junior, que poderá abrir espaço para que assuma a titularidade...